A temporada abre em 17 de outubro, com Gerdau Minas e Brusque Vôlei em Belo Horizonte, e o Dentil Praia Clube defendendo o título. Veja tudo o que você precisa saber para acompanhar.

Superliga Feminina de Vôlei 2026/27: times, primeira rodada e onde assistir
- #Esportes
Centauro
Publicado em: 30/09/2026
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Você já reparou como o vôlei feminino tem um jeito próprio de prender a atenção de quem assiste? Rali longo, defesa que parece impossível, bloqueio que vira a partida em dois pontos. A Superliga Feminina de Vôlei 2026/27 começa em 17 de outubro e, até o fim do primeiro turno, em dezembro, são onze rodadas com os principais times do país disputando cada set.
Este guia reúne o que já está confirmado pela CBV: quem joga, como a competição funciona, quais são os duelos da estreia e em que canais assistir. No fim, você também encontra dicas de equipamento para quem se inspira nas quadras e quer levar o vôlei para o próprio treino.
Quando começa a Superliga Feminina de Vôlei 2026/27?
A Superliga Feminina de Vôlei 2026/27 começa no sábado, 17 de outubro de 2026, às 18h30 (horário de Brasília), com Gerdau Minas x Brusque Vôlei, em Belo Horizonte. O primeiro turno vai até 20 de dezembro, com onze rodadas.
A rodada de abertura se espalha por quatro dias. Depois do jogo de sábado, a competição segue na segunda e na terça-feira, o que dá a quem torce a chance de acompanhar praticamente todos os times logo na primeira semana.
Os jogos da primeira rodada
- 17/10, às 18h30: Gerdau Minas x Brusque Vôlei
- 19/10, às 18h30: Sesi Vôlei Bauru x Batavo Mackenzie
- 19/10, às 18h30: Brasília Vôlei/BRB x Osasco São Cristóvão Saúde
- 19/10, às 21h: Sesc RJ Flamengo x Paulistano Barueri
- 20/10, às 18h30: Fluminense x Sancor Londrina
- 20/10, às 21h: Dentil Praia Clube x E.C. Pinheiros
A atual campeã, o Dentil Praia Clube, estreia três dias depois do jogo de abertura, em casa, contra o Pinheiros. É o primeiro passo de uma defesa de título que começa sob pressão, porque todo adversário quer derrubar quem levantou a taça na última temporada.
Quais times disputam a Superliga Feminina 2026/27?
São 12 equipes na temporada 2026/27, com forte presença de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro:
- Batavo Mackenzie
- Brasília Vôlei/BRB
- Brusque Vôlei
- Dentil Praia Clube
- E.C. Pinheiros
- Fluminense
- Gerdau Minas
- Osasco São Cristóvão Saúde
- Paulistano Barueri
- Sancor Londrina
- Sesc RJ Flamengo
- Sesi Vôlei Bauru
A lista mistura clubes de tradição longa no vôlei feminino, como Osasco, Minas e Praia Clube, com projetos que vêm ganhando espaço nas últimas temporadas. Essa combinação costuma produzir um primeiro turno mais equilibrado do que a tabela sugere à primeira vista.
A rivalidade mineira que decidiu a última temporada
A última final da Superliga Feminina foi um clássico de Minas Gerais: o Dentil Praia Clube venceu o Gerdau Minas e ficou com o título. Por isso, o reencontro entre os dois ao longo da temporada é um dos jogos mais esperados pela torcida.
O Minas, que abre a competição em casa, chega com a vantagem de estrear diante do próprio público e com a motivação de quem perdeu a última decisão. O Praia, do outro lado, tenta mostrar que o título não foi um ponto fora da curva.
Como funciona a Superliga Feminina de Vôlei?
A Superliga Feminina é disputada em pontos corridos na fase de classificação, com turno e returno, e depois vai para os playoffs, a fase de mata-mata que define a campeã. Cada time enfrenta todos os outros, e a posição na tabela define o cruzamento na fase final.
Na prática, o primeiro turno tem um peso extra nesta temporada. Os oito melhores colocados ao fim das onze primeiras rodadas se classificam para a Copa Brasil de Vôlei, outro torneio nacional do calendário. Ou seja, um tropeço em outubro pode custar uma vaga em outra competição, e não só pontos na tabela.
Como a pontuação funciona no vôlei
No vôlei, a pontuação da tabela depende do placar em sets. Vitória por 3 sets a 0 ou 3 a 1 vale 3 pontos para quem vence e nenhum para quem perde. Quando o jogo vai ao tie-break e termina 3 a 2, quem vence leva 2 pontos e quem perde leva 1.
Esse detalhe explica por que o quinto set é tão disputado. Mesmo o time que está perdendo luta por ele, porque arrancar o tie-break já garante um ponto. Ao longo de 22 rodadas, esses pontos de consolação costumam decidir quem fica entre os oito e quem fica de fora.
Premiação da temporada
A premiação total da Superliga 2026/27 é de R$ 3,6 milhões, divididos entre os naipes feminino e masculino. É um incentivo relevante para os clubes, que usam o valor para manter elencos competitivos durante toda a temporada.
Onde assistir à Superliga Feminina de Vôlei 2026/27?
Os jogos da Superliga Feminina de Vôlei 2026/27 serão transmitidos pelo sportv, pela TV Globo, pelo getv (no YouTube) e pela plataforma VBTV, da CBV. A distribuição dos jogos entre os canais é divulgada rodada a rodada.
Uma dica para não perder nada: confira a grade da semana antes de cada rodada. Como os jogos acontecem em dias e horários diferentes, principalmente às 18h30 e às 21h, montar a sua própria agenda ajuda a acompanhar o seu time e os confrontos diretos da parte de cima da tabela.
O que observar dentro de quadra
Assistir ao vôlei com mais atenção muda a experiência. Três pontos ajudam a entender por que um time está ganhando ou perdendo um set, mesmo quando o placar está apertado.
Saque e recepção
O saque é a primeira arma de ataque. Um saque forçado, que tira a recepção da posição ideal, obriga a levantadora a improvisar e deixa o bloqueio adversário mais confortável. Repare em quantas vezes o passe chega "na mão" da levantadora: quando isso acontece, o ataque fica muito mais variado.
Bloqueio e defesa
O bloqueio não serve só para marcar ponto. Ele também direciona o ataque adversário para onde a defesa está posicionada. Quando o sistema funciona bem, a líbero parece adivinhar o lugar da bola. Não é sorte, é leitura coletiva.
A levantadora como cérebro do time
Pense na levantadora como a pessoa que distribui as cartas numa mesa de jogo: ela decide quem recebe a jogada, em que ritmo e em que posição. Observe como ela alterna bolas rápidas pelo meio com bolas altas nas pontas. Essa variação é o que desmonta o bloqueio de quem está do outro lado.
Inspirado pela Superliga? Leve o vôlei para o seu treino
Acompanhar uma temporada inteira costuma dar vontade de voltar para a quadra, seja numa escolinha, no clube ou naquele jogo de fim de semana com os amigos. O equipamento certo faz diferença no conforto e na segurança, principalmente para quem está começando.
A bola certa para cada tipo de jogo
A escolha da bola de vôlei depende de onde você joga. Bolas de quadra têm acabamento pensado para o piso do ginásio e para o toque de manchete e toque por cima. Entre as marcas mais procuradas estão a bola de vôlei Mikasa , conhecida pelo uso em competições oficiais, e a bola de vôlei Penalty , presente em muitos treinos e escolinhas pelo Brasil.
Para iniciantes, vale priorizar uma bola com toque macio, que não machuque o antebraço nas primeiras manchetes. Com o tempo, a técnica melhora e fica mais fácil perceber a diferença entre os modelos.
Tênis de vôlei: aderência e amortecimento
O vôlei é um esporte de saltos, aterrissagens e mudanças rápidas de direção. Por isso, o tênis de vôlei é pensado para oferecer aderência em piso de quadra, amortecimento na aterrissagem e estabilidade lateral. Usar um tênis de corrida para jogar vôlei é um erro comum: ele é feito para o movimento para frente, e não para os deslocamentos laterais da quadra.
Joelheira: proteção nas defesas
A joelheira de vôlei protege o joelho nas quedas e nos mergulhos de defesa, movimentos que se repetem dezenas de vezes num treino. Ela precisa ficar firme sem apertar demais e permitir que você flexione a perna com liberdade. Na hora de escolher, experimente o tamanho com a perna flexionada, que é a posição em que você vai passar boa parte do jogo.
Um pouco de história para entrar no clima
O vôlei chegou ao Brasil no início do século 20 e, décadas depois, virou um dos esportes mais vitoriosos do país. Se você quer entender como o esporte cresceu até se tornar potência olímpica, vale ler a história do vôlei no Brasil aqui no Arena. A Superliga é parte importante dessa trajetória, porque é nela que se formam e se revelam muitas das atletas que depois vestem a camisa da seleção.
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Perguntas frequentes
A Superliga Feminina 2026/27 começa em 17 de outubro de 2026, às 18h30, com Gerdau Minas x Brusque Vôlei, em Belo Horizonte. O primeiro turno termina em 20 de dezembro, depois de onze rodadas.
São 12 times: Batavo Mackenzie, Brasília Vôlei/BRB, Brusque Vôlei, Dentil Praia Clube, E.C. Pinheiros, Fluminense, Gerdau Minas, Osasco, Paulistano Barueri, Sancor Londrina, Sesc RJ Flamengo e Sesi Vôlei Bauru.
O Dentil Praia Clube é o atual campeão. Na última final, o time de Uberlândia venceu o Gerdau Minas, e agora estreia na nova temporada em 20 de outubro, contra o E.C. Pinheiros.
Os jogos passam no sportv, na TV Globo, no getv, pelo YouTube, e na plataforma VBTV, da CBV. A distribuição das partidas entre os canais é divulgada a cada rodada.
Vitória por 3 a 0 ou 3 a 1 vale 3 pontos para quem vence. Jogo decidido no tie-break, por 3 a 2, dá 2 pontos para quem vence e 1 ponto para quem perde.
Além dos pontos na tabela, o primeiro turno define as vagas na Copa Brasil de Vôlei. Os oito melhores colocados depois das onze rodadas iniciais garantem presença no torneio.
O básico é uma bola de vôlei adequada ao local de jogo, um tênis de vôlei com aderência e amortecimento e uma joelheira para proteger os joelhos nas defesas. Roupas leves completam o conjunto.
