Taina Maranhão: embaixadora Centauro

Taina Maranhão: a nova promessa da Seleção Brasileira

Da ginástica artística em Criciúma à camisa 29 do Palmeiras e ao ataque da Seleção Brasileira, a atacante virou o nome mais comentado do futebol feminino brasileiro a caminho da Copa do Mundo de 2027.

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Publicado em: 24/09/2026

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Quantas vezes uma jogadora de futebol começa a carreira dando saltos mortais? A pergunta parece deslocada, mas é exatamente assim que a história de Taina Maranhão começa. Antes de dar o primeiro drible em campo, ela passou oito anos na ginástica artística, e é lá que está boa parte da explicação para o jeito como ela joga hoje.

Aos 22 anos recém-completados, a atacante do Palmeiras é a peça mais nova do ataque da Seleção Brasileira comandada por Arthur Elias e um dos nomes que o futebol europeu observa com mais atenção. A Centauro acompanha essa trajetória de perto: desde julho de 2026, Tainá é embaixadora da marca ao lado de Bia Zaneratto, num momento em que o futebol feminino brasileiro vive a maior expansão da sua história.

Quem é Taina Maranhão

Taina Maranhão nasceu em 18 de agosto de 2004, em Criciúma, Santa Catarina. Tem 1,60 metro, atua como atacante e veste a camisa 29 do Palmeiras. O sobrenome que aparece na camisa não é de família por acaso: o pai, Alex Maranhão, foi jogador profissional e passou pelo Criciúma, e o apelido dele virou o nome pelo qual ela é conhecida no futebol.

A trajetória tem uma curva pouco comum. Tainá entrou no esporte aos 6 anos pela Fundação Municipal de Esportes de Criciúma, mas não pelo futebol: pela ginástica artística. Foram cerca de oito anos de treino, até 2018, período em que ela conciliou as duas modalidades antes de escolher a bola de vez, por volta dos 15 anos.

Ela mesma credita à ginástica boa parte do repertório que usa hoje: agilidade, mudança de direção e domínio de corpo em espaço curto. É o tipo de bagagem que aparece nos dribles em velocidade e na facilidade de sair de marcações apertadas dentro da área.

Da ginástica para o futebol de base

A transição aconteceu em Criciúma, com trabalho de base e o acompanhamento do treinador Bina Cassol. Da cidade natal, ela seguiu para a base do Internacional, onde estreou como profissional em setembro de 2021, e depois passou por Cruzeiro, em 2022, e Santos, em 2023.

Em 5 de janeiro de 2024, o Palmeiras anunciou a contratação. A atacante chegou com 19 anos, apresentada como uma jogadora de beirada com faro de gol, e virou titular no elenco que hoje reúne também Bia Zaneratto, Amanda Gutierres e Raissa Bahia. Quem quiser vestir o clube encontra a camisa do Palmeiras feminina e a linha completa do Palmeiras na Centauro.

A chegada à Seleção Brasileira

A estreia de Taina pela Seleção principal aconteceu em 2025, contra a Inglaterra, no Etihad Stadium, casa do Manchester City. Não é palco para qualquer estreante, e ela respondeu bem o suficiente para virar presença constante nas convocações seguintes de Arthur Elias.

Até abril de 2026, a atacante somava nove partidas e três gols pela Seleção principal. Os três saíram no mesmo ciclo: contra a Costa Rica, em fevereiro, e contra Coreia do Sul e Zâmbia, em abril, os dois últimos na Arena Pantanal, durante a FIFA Series. Na sequência, ela completou o décimo jogo na série de amistosos contra os Estados Unidos, em junho.

Em números redondos, Taina Maranhão chegou de zero a titular da Seleção Brasileira em menos de um ano. É uma curva rápida até para os padrões do futebol feminino brasileiro, que vem revelando jogadoras cada vez mais cedo, e ajuda a explicar por que o nome dela aparece nas conversas sobre a lista da Copa do Mundo de 2027.

Por que ela é chamada de promessa

No caso da atacante, três fatores sustentam o rótulo.

O primeiro é o repertório técnico. O drible curto em velocidade, herança direta da ginástica, é a característica que mais chama atenção e a que rende as comparações com Marta, que ela cita como maior referência e com quem dividiu vestiário na Seleção.

O segundo é a idade combinada com a rodagem. Aos 22 anos, ela já tem título brasileiro Sub-16, título gaúcho pelo Internacional, o Sul-Americano Sub-20 de 2024 e mais de uma dezena de jogos pela Seleção principal. É bagagem de atleta mais velha em uma jogadora que ainda vai viver o pico da carreira.

O terceiro é o interesse do mercado. Clubes europeus de peso, como Barcelona e Paris Saint-Germain, acompanham a situação dela, e parte da imprensa esportiva já trata a atacante como candidata a protagonizar a maior negociação da história do futebol feminino. Nada disso está fechado, mas o simples fato de a conversa existir mostra o patamar em que ela entrou.

O que Taina tem feito em 2026

A temporada de 2026 colocou a atacante em duas frentes ao mesmo tempo. No Palmeiras, ela disputa o Paulistão F e o Brasileiro Feminino em um elenco que chegou à última rodada da primeira fase estadual brigando pelas duas vagas diretas na semifinal.

O gol dela na vitória por 1 a 0 sobre o Taubaté, em 11 de agosto, no Estádio Martins Pereira, é um bom retrato do momento: jogo travado, chance única, decisão no detalhe. Foi o resultado que manteve o Palmeiras colado na liderança do estadual. Quem quiser entender como está a disputa pode ler o panorama da volta do Paulistão Feminino 2026 no Arena.

Fora de campo, ela mantém acompanhamento com psicóloga e fisioterapeuta particulares, rotina que vem se tornando padrão entre atletas jovens de alto rendimento e que ajuda a sustentar a sequência de jogos entre clube e Seleção.

O elenco que ela divide no Palmeiras

Parte da evolução dela em 2026 tem endereço: o vestiário. O elenco do Palmeiras reúne quatro jogadoras com passagem pela Seleção Brasileira, entre elas Bia Zaneratto, que voltou ao clube em janeiro de 2026 com a camisa 10 depois de dois anos nos Estados Unidos, e Amanda Gutierres, maior artilheira da história do time feminino.

Para uma atacante de 22 anos, treinar todo dia ao lado de jogadoras com Copa do Mundo no currículo encurta o aprendizado. É o tipo de ambiente que a própria Tainá cita quando fala em ser uma das mais novas do grupo e tratar isso como vantagem, e não como pressão.

O caminho até a Copa do Mundo de 2027

A Copa do Mundo Feminina de 2027 será disputada no Brasil, e é o horizonte que organiza praticamente todas as decisões da Seleção Brasileira daqui em diante. Para uma atacante de 22 anos que já é chamada regularmente, o torneio em casa representa a chance de disputar um Mundial no auge físico e diante da própria torcida.

A própria jogadora trata o assunto com pé no chão, dizendo que estar lá seria a realização de um sonho. Do lado técnico, o que pesa é a sequência: manter regularidade no Palmeiras, aproveitar as janelas de amistosos e sustentar o rendimento nos jogos decisivos do calendário nacional.

Para quem acompanha, vale prestar atenção nas convocações das próximas datas FIFA e nos jogos de mata-mata do Brasileiro Feminino, que costumam funcionar como vitrine na disputa por vaga.

Como acompanhar e apoiar o futebol feminino

Acompanhar de perto ficou mais fácil. Os jogos do Paulistão F e do Brasileiro Feminino têm transmissão distribuída entre canais de TV fechada, aberta e plataformas de streaming, e a cobertura de bastidores cresceu junto com o público nos estádios.

Para quem quer jogar, e não só torcer, o caminho passa pelo calçado certo para cada piso: a chuteira feminina reúne os modelos por modalidade, com recortes de chuteira feminina de society para grama sintética e chuteira feminina de futsal para quadra. O uniforme se completa com o calção de futebol feminino .

O efeito de uma nova geração

Taina Maranhão não é um caso isolado. Ela faz parte de uma geração que chegou à Seleção Brasileira com estrutura de formação melhor do que a das antecessoras, em um campeonato nacional mais competitivo e com visibilidade maior.

Isso muda o que acontece na base. Menina que vê uma atacante de 22 anos titular da Seleção entende que o caminho existe e tem etapas claras. E muda também o consumo em volta do esporte: camisa de clube feminino, chuteira em grade feminina e material de treino específico deixaram de ser nicho e viraram categoria de verdade.

A Centauro patrocina competições femininas da Federação Paulista de Futebol desde 2022 e trabalha o tema como agenda permanente, não como pauta de data comemorativa. A escolha de Tainá e Bia Zaneratto como embaixadoras, em julho de 2026, entra nessa mesma linha, de olho no ciclo que termina na Copa de 2027.

Baixe o app da Centauro e acompanhe os lançamentos de camisa de time e material de futebol feminino em primeira mão, com acompanhamento de pedido em poucos toques. Disponível no Google Play e na App Store .

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