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Olimpíadas de Inverno 2026, guia para assistir e torcer pelo Brasil

As Olimpíadas de Inverno têm um efeito curioso, você liga para ver uma descida de esqui “só por cinco minutos” e, quando percebe, está discutindo velocidade, aerodinâmica e nota artística como se fosse comentarista. Em 2026, o rolê fica ainda melhor para a gente, porque o Brasil chega com delegação recorde e com atletas vivendo fase forte, daqueles que fazem a torcida acordar cedo sem reclamar.

  • #Esportes
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Publicado em: 04/03/2026

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O que são as Olimpíadas de Inverno e por que elas viciam

Pensa nas Olimpíadas “tradicionais”, só que com gelo, neve e esportes que parecem saídos de um videogame. Tem prova que é pura técnica, como o slalom do esqui alpino, tem prova que é coragem com cálculo, tipo o skeleton, e tem prova que é estilo, como o halfpipe do snowboard.

O vício vem porque tudo acontece rápido, em cenários absurdamente bonitos, e porque a lógica muda, aqui, vento, textura da neve, cera do equipamento e até a linha escolhida na pista fazem uma diferença gigante. É como assistir a uma corrida e um balé ao mesmo tempo, só que a 120 km/h.

Quando começam, datas oficiais e o que acontece antes da abertura

Oficialmente, os Jogos Olímpicos de Inverno Milano Cortina 2026 acontecem de 6 a 22 de fevereiro de 2026.
Só que, na prática, algumas competições já começam antes da cerimônia de abertura, com eventos iniciando em 4 de fevereiro.

Cerimônia de abertura

A abertura está marcada para 6 de fevereiro de 2026, no estádio San Siro, em Milão.
Esse é aquele momento de arrepio, desfile das delegações, show, e o começo oficial do “agora é pra valer”.

Cerimônia de encerramento

O encerramento acontece em 22 de fevereiro de 2026, na Arena de Verona (Verona Olympic Arena).

Onde vão ser os Jogos, cidades sede e clima de cada região

Milano Cortina 2026 é aquele tipo de Olimpíada “espalhada”, não é um parque olímpico único. O Time Brasil vai competir em Bormio, Livigno, Tesero e Cortina d’Ampezzo, entre outras bases, com distâncias grandes entre si.

Milão e a vibe urbana

Milão puxa o lado metrópole, cerimônias, arenas fechadas, estrutura de cidade grande. É a Itália fashion encontrando o esporte.

Cortina, Bormio, Livigno e Tesero, a Itália com cara de neve

Aqui entra o coração alpino do evento, montanha, frio, pista, neve e aquele visual que dá vontade de viajar só para tomar um chocolate quente olhando a serra. E é nessas regiões que o Brasil vai entrar em ação em modalidades como bobsled, skeleton, esqui alpino, esqui cross country e snowboard.

Como assistir no Brasil, TV, streaming e transmissões ao vivo

Boa notícia! Dá para acompanhar bem, na TV e no digital.

Cobertura do Grupo Globo

No Brasil, a transmissão ao vivo passa pelo Grupo Globo, com presença em TV Globo, sportv, Globoplay, além de cobertura no ge e programação no Ge TV.
O sportv, por exemplo, anunciou 14 horas diárias ao vivo, cerimônias e programas especiais, além de opção em sportv 4K.

CazéTV e a pegada digital

A CazéTV também exibe os Jogos e prometeu cobertura com equipe na Itália e transmissão das competições na grade.
Se você curte assistir no celular, no computador, ou quer aquele clima de live com chat fervendo, aqui é o caminho.

Brasil em Milano Cortina 2026, quem são os atletas e onde eles competem

O Brasil vai para a Itália com delegação recorde de 14 atletas, em cinco modalidades.
Os destaques mais citados como grandes esperanças são Lucas Pinheiro Braathen (esqui alpino) e Nicole Silveira (skeleton), além de Pat Burgener (snowboard).

Neve, esqui alpino, esqui cross country e snowboard (ge )

Esqui alpino

  • Lucas Pinheiro Braathen
  • Christian Oliveira Soevik
  • Giovanni Ongaro
  • Alice Padilha

Esqui cross country

  • Manex Silva
  • Eduarda Ribera
  • Bruna Moura

Snowboard halfpipe

  • Pat Burgener
  • Augustinho Teixeira

Gelo, bobsled e skeleton

Skeleton

  • Nicole Silveira

Bobsled
O COB lista os nomes do bobsled e indica que os titulares ainda seriam definidos, já que nem sempre todos entram em todas as descidas. Na convocação divulgada pela CBDG, aparecem Edson Bindilatti, Davidson de Souza (Boka), Luís Bacca, Rafael Souza e Gustavo Ferreira. (Comitê Olímpico do Brasil )
Na prática, pense assim, tem equipe e tem estratégia, e pode existir atleta na função de reserva dependendo da prova.

Agenda prática do Time Brasil, datas e horários para não perder nada

Se você quer a versão “me avisa quando o Brasil competir”, aqui vai. Os horários abaixo já estão no horário de Brasília, então é só colocar o alarme.

Snowboard halfpipe, Livigno

  • 11 de fevereiro, 15h30 e 16h27, classificatória
  • 13 de fevereiro, 15h30, final

Esqui cross country, Tesero

  • 10 de fevereiro, 05h15, sprint clássico feminino, classificatória
  • 10 de fevereiro, 05h55, sprint clássico masculino, classificatória
  • 12 de fevereiro, 09h00, 10 km feminino técnica livre
  • 13 de fevereiro, 07h45, 10 km masculino técnica livre
  • 18 de fevereiro, 05h45, sprint por equipe livre feminino, classificatória

Skeleton, Cortina d’Ampezzo

  • 13 de fevereiro, 12h00 e 13h48, descidas 1 e 2
  • 14 de fevereiro, 14h00 e 15h44, descidas 3 e 4

Esqui alpino masculino, Bormio

  • 14 de fevereiro, 06h00 e 09h30, slalom gigante, descidas 1 e 2
  • 16 de fevereiro, 06h00 e 09h30, slalom, descidas 1 e 2

Esqui alpino feminino, Cortina d’Ampezzo

  • 18 de fevereiro, 06h00 e 09h30, slalom, descidas 1 e 2

Bobsled, Cortina d’Ampezzo

  • 16 de fevereiro, 06h00 e 07h57, 2 man, descidas 1 e 2
  • 17 de fevereiro, 15h00 e 17h05, 2 man, descidas 3 e 4
  • 21 de fevereiro, 06h00 e 07h57, 4 man, descidas 1 e 2
  • 22 de fevereiro, 06h00 e 08h15, 4 man, descidas 3 e 4

Dica realista, muita prova rola cedo, porque a Itália está algumas horas à frente do Brasil, então, café na mão e play no streaming.

Modalidades para ficar de olho, um guia rápido para entender e curtir

Não precisa virar especialista para se divertir, basta saber o “jeitão” de cada uma.

Esqui alpino

É velocidade com precisão. Os atletas descem a montanha contornando portas, cada erro custa tempo, cada linha bem escolhida parece mágica. Se você gosta de Fórmula 1, vai amar, só que o asfalto aqui é neve.

Snowboard halfpipe

Sabe uma pista em formato de U gigante, onde o atleta vai de um lado para o outro pegando altura e fazendo manobras, é isso. O legal é que dá para curtir mesmo sem entender tudo, porque estilo, amplitude e aterrissagem “limpa” saltam aos olhos.

Skeleton e bobsled

No skeleton, a atleta desce de barriga para baixo num trenó pequeno, com curva, velocidade e muita técnica. Nicole Silveira chega com moral, inclusive com resultados fortes na temporada e vaga confirmada. (Comitê Olímpico do Brasil )
No bobsled, é trabalho de equipe total, largada explosiva, sincronia, e depois o trenó “colado” na pista como se fosse um trilho invisível.

Como entrar no clima, dicas de torcida, rotina e até o look certo para maratonar

Se você vai acompanhar bastante coisa, a experiência fica melhor quando vira ritual. Combine com amigos para ver a final do halfpipe, escolha uma prova do esqui alpino para acompanhar do começo ao fim, e deixe um bloco do dia para “zappear” entre modalidades.

E sim, dá para entrar no mood até em casa, aquela blusa de moletom confortável, uma camiseta térmica por baixo se você for do time friorento, meias quentinhas , e, se bater vontade de viver a estética da montanha, um gorro e uma jaqueta corta vento fazem o papel sem esforço. Para quem curte treinar no frio, itens como segunda pele térmica , luvas térmicas e jaqueta impermeável são praticamente o “kit sobrevivência”, seja para correr cedo, pedalar no vento, ou viajar para um destino mais gelado.

Perguntas frequentes