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Pais e filhos que jogaram juntos: histórias que marcaram o esporte

Essas histórias envolvem talento, disciplina, amor ao esporte e, claro, um laço familiar fortíssimo. E quando essa conexão extrapola o quintal de casa e chega às arenas, está feito o espetáculo.

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Publicado em: 28/07/2025

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O sonho compartilhado de jogar lado a lado

A maioria das crianças que crescem apaixonadas por esportes tem o sonho de seguir os passos do pai ou da mãe. Agora, imagine viver esse sonho e ainda ter a chance de atuar junto com seu pai no time profissional? Para muitos, parece um roteiro de cinema — mas para algumas famílias, foi (ou está sendo) realidade.

Futebol: quando o talento é passado de geração em geração

No futebol , essa conexão entre gerações sempre encantou os torcedores. Afinal, ver um pai e um filho dividindo o gramado é algo que transcende a rivalidade — é pura emoção.

Rivaldo e Rivaldinho

Um dos casos mais marcantes no futebol brasileiro é o de Rivaldo, campeão mundial com a Seleção Brasileira em 2002, e seu filho Rivaldinho. Em 2015, os dois jogaram juntos pelo Mogi Mirim, no Campeonato Paulista. E sim, eles até marcaram gol na mesma partida!

Esse momento foi histórico e mostrou que a bola realmente corre no sangue. Para os fãs, foi uma oportunidade única de ver duas gerações atuando em sintonia — e usando a mesma camisa.

Bebeto e Mattheus Oliveira

Quem não se lembra da comemoração do "embala neném" do Bebeto na Copa de 94? Pois é, o bebê era Mattheus Oliveira, que anos depois seguiu os passos do pai no futebol. Embora eles não tenham atuado juntos em campo, a simbologia dessa relação sempre emocionou os torcedores.

Mattheus chegou a vestir a camisa do Flamengo e jogou na Europa, mostrando que carrega o talento da família. Quem acompanhou Bebeto nos anos 90 com certeza sentiu o peso da nostalgia.

Mazinho e Thiago Alcântara

Outro caso interessante é o do campeão mundial Mazinho, pai de Thiago Alcântara, que brilhou no Barcelona, Bayern de Munique e Liverpool. Apesar de não terem atuado juntos, o legado técnico e a visão de jogo claramente vieram de berço.

E não para por aí: Rafinha Alcântara, irmão de Thiago, também é jogador profissional. Ou seja, dá pra montar um time só com os Mazinhos!

Basquete: famílias que brilharam nas quadras

No basquete , o cenário é igualmente inspirador. Pais que foram ídolos nos anos 80 e 90 viram seus filhos assumirem o protagonismo décadas depois. Alguns até jogaram juntos — ou estão prestes a realizar esse feito.

LeBron James e Bronny James: a promessa está se realizando

Se tem uma história sendo escrita com expectativas altíssimas é a de LeBron James e seu filho Bronny James. LeBron, considerado um dos maiores jogadores de todos os tempos, nunca escondeu o desejo de jogar com o filho na NBA. E esse momento está cada vez mais perto.

Com Bronny tendo sido draftado pelo Los Angeles Lakers, a expectativa é que pai e filho compartilhem a quadra já na temporada 2024-25. Caso isso se concretize, será um marco não apenas na NBA, mas na história do esporte.

Kobe Bryant e Joe Bryant: legado em níveis diferentes

Embora não tenham jogado juntos, a relação entre Kobe Bryant e Joe Bryant também merece destaque. Joe teve passagem pela NBA e pela Europa, mas foi o filho que se tornou lenda no Los Angeles Lakers.

Kobe sempre ressaltou a influência do pai em sua formação. A trajetória de Joe abriu as portas e guiou Kobe desde pequeno — uma conexão que inspirou milhares ao redor do mundo.

Outros esportes que também viveram esse encontro de gerações

Não é só em futebol e basquete que pais e filhos se encontram nas arenas. Em outras modalidades, essa parceria também emocionou o público e reforçou como o amor pelo esporte pode ser passado de geração em geração.

Fórmula 1: Jos Verstappen e Max Verstappen

Na Fórmula 1, temos o caso emblemático de Jos Verstappen, ex-piloto, e seu filho Max Verstappen, bicampeão mundial. Embora não tenham corrido juntos na mesma equipe, Jos sempre esteve presente nos bastidores da carreira do filho.

Max, inclusive, sempre destaca o papel do pai na sua formação como piloto. Jos foi fundamental nos treinos, na disciplina e na construção da mentalidade vencedora do filho. E hoje, vê de camarote o sucesso que ajudou a moldar.

Beisebol e hóquei: tradição familiar em alta velocidade

Em esportes como o beisebol e o hóquei no gelo, é bastante comum encontrar dinastias familiares. Na MLB, por exemplo, Ken Griffey Sr. e Ken Griffey Jr. jogaram juntos pelo Seattle Mariners em 1990. Eles chegaram a rebater home runs na mesma partida!

No hóquei, temos o lendário Gordie Howe, que jogou com os filhos Mark e Marty Howe pelo Houston Aeros, na WHA. Esses momentos provaram que o esporte pode ser, literalmente, um assunto de família.

Os desafios e emoções de jogar com o pai (ou o filho)

Apesar de parecer mágico, jogar com o próprio pai (ou filho) traz desafios únicos. A pressão da mídia, a expectativa da torcida e até mesmo a rivalidade interna podem pesar.

Além disso, o pai muitas vezes precisa equilibrar o papel de mentor e companheiro de equipe. E o filho, por sua vez, precisa lidar com as comparações — inevitáveis — com o talento e a trajetória do pai.

Ainda assim, quando o entrosamento acontece, é uma verdadeira aula de conexão. A sintonia é natural, quase telepática. E os torcedores percebem isso logo de cara.

O que o futuro reserva? Mais histórias entre pais e filhos no esporte

Com a profissionalização precoce e os avanços na longevidade esportiva, é possível que vejamos cada vez mais pais e filhos dividindo arenas pelo mundo.

E o cenário está se desenhando: com atletas jogando em alto nível até os 40 anos e jovens despontando aos 17, a matemática começa a favorecer esse tipo de encontro.

Seja no futebol, no basquete ou em esportes olímpicos, o futuro pode reservar mais capítulos emocionantes para quem ama o esporte — e ama ver a família dentro dele.

Quando o esporte vira herança de família

Mais do que habilidade, o que une essas duplas é o amor pelo que fazem. Jogar ao lado de quem te inspirou desde criança é um privilégio raro. E para quem assiste, é puro espetáculo.

Essas histórias mostram que o esporte é muito mais do que competição — ele é memória, legado e emoção. E quando o sangue fala mais alto, a camisa ganha outro significado.

Seja nos gramados, quadras ou pistas, o que fica é a certeza de que o esporte é uma das formas mais bonitas de conectar gerações.

Perguntas frequentes