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Sem viagem perdida.

Quem não se lembra da cabeçada de Zidane em Materazzi, na final da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha? A expulsão do camisa 10 francês foi culminante na eventual vitória da Azurra na edição. Já Goicochea, jogador espanhol da década de 1980, era conhecido como “o açougueiro de Bilbao”, e foi um jogador marcado por entradas violentas. Dentre as mais famosas, ficou a que causou a lesão de Diego Maradona, quebrando o tornozelo e rompendo ligamentos do craque argentino, em 1983. E é disso que o Blog Futebol vai tratar hoje: jogadores marcados por “não perderem a viagem”.

No futebol contemporâneo, ainda temos alguns jogadores que são conhecidos pelo “excesso de vontade” dentro de campo. Felipe Melo, volante brasileiro, foi marcado por sua expulsão na Copa do Mundo de 2010, após pisão em Robben. No final de 2013, no clássico Turco entre Galatasaray (atual clube do brasileiro) e Besiktas, Felipe Melo foi expulso após uma entrada mais forte no lateral esquerdo do time alvinegro. Na saída dos gramados, ele tirou a camisa e a mostrou para os torcedores do Besiktas, time que jogava em casa. A provocação instaurou o caos no no Inönü Stadium, em Istambul.

O goleiro Harald ‘Toni’ Schumacher também protagonizou um lance violento, na Copa de 1982. Pela Alemanha Ocidental, em jogo contra a França, o alemão foi responsável pela saída do francês Patrick Battison, com vértebras quebradas, após um choque numa “disputa” de bola. Nigel De Jong, Diego Simeone, Gattuso, Pepe. Fora tantos outros jogadores conhecidos por entradas ou carrinhos mais violentos.

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