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Natália Falavigna luta pela medalha dourada

Foto: Site Oficial Natália Falavigna / Divulgação

O Brasil chega a sua quarta edição dos Jogos Olímpicos no taekwondo sonhando com uma campanha histórica. E entre os atletasda equipe verde e amarela que irão representar o Paísteremos o principal ícone do taekwondo feminino, Natália Falavigna, que entra no dojan neste sábado (11) às 5h30. Ela enfrentará a coreana In Jong Lee na categoria acima de 67 Kg.

Natalia, que conquista medalhas internacionais desde 2001, vem de duas lesões seguidas no seu joelho direito, mas jura que está 100% para a competição. Mais madura e consciente, ela demonstra otimismo ao falar sobre sua participação nos Jogos de Londres e garante estarpronta para buscar a tão sonhada medalha dourada olímpica.Melhor do que há quatro anos, quando se tornou a única brasileira a conquistar uma inédita medalha olímpica para a modalidade, com o bronze em Pequim.

Para garantir a vaga em Londres, Natalia conquistou o primeiro lugar no Torneio Pré-Olímpico do México, disputado em dezembro do ano passado.

Detentora do título de campeã mundial, Falavigna pratica a modalidade desde 1997. O interesse pelo esporte se manifestou de forma inusitada: Natália estava apenas acompanhando uma amiga aos treinos e acabou se apaixonando pela modalidade. A primeira conquista veio rápido. No Campeonato Mundial Junior na Irlanda, a lutadora sagrou-se campeã pela primeira vez.

Nas Olimpíadas de Atenas, em 2004, Natália surpreendeu a todos e se destacou na delegação brasileira de taekwondo após terminar a competição no quarto lugar. No ano seguinte, a lutadora se firmou de vez como um dos ícones da modalidade ao se tornar campeã mundial na categoria até 72 kg na Espanha. Nos Jogos Pan-americanos do Rio, em 2007, a atleta atendeu às expectativas e encerrou sua participação com a medalha de prata. Além de ter conquistado o bronze em Pequim-2008, o que a transformou em uma das maiores e mais vitoriosas lutadoras de artes marciais mundialmente.

Natália sempre sonhou em ser atleta e diz que a chave para o sucesso é acreditar no sonho e, claro, batalhar por ele, independente das dificuldades que possam aparecer no caminho. Aos 28 anos, a lutadora tem no currículo conquistas importantes e busca agora em Londres a manutenção desta carreira vitoriosa e que nos enche de orgulho.

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