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Brasil, uma potência paralímpica

Foto: Bruno de Lima/CPB

As Paralimpíadas de Londres 2012 chegaram, nesta segunda-feira, ao seu quinto dia trazendo muitas emoções! Com pouco menos de uma semana de disputas esportivas, até agora, o Brasil vai cumprindo com competência o objetivo traçado antes da abertura dos Jogos: ficar no top 10 do quadro geral de medalhas.

Até as 18h30 desta sexta-feira, temos 14 medalhas – sendo sete de ouro, quatro de prata e três de bronze – e estamos na 8ª colocação do quadro geral. Nossos para-atletas estão mostrando sua força! Nos últimos dias, assistimos cenas de superação e conquista de heróis nacionais como Daniel Dias e André Brasil, na natação, e, Antônio Tenório ou Lúcia Teixeira, no judô.

Hoje, tivemos mais um dia vitorioso! O corredor Odair Santos levou a medalha de prata nos 1.500m pela classe T11, a corredora Terezinha Guilhermina conseguiu vaga na final dos 400m T12, e, na bocha, a dupla verde e amarela Dirceu Pinto e Eliseu dos Santos chegou à final e vai disputar o ouro às 10h desta terça-feira (4) contra a República Tcheca.

Por trás desses resultados incríveis, estão belas histórias de superação, em que o esporte é responsável por reabilitar vidas. Para se ter ideia, na delegação brasileira das Paraolimpíadas, boa parte dos atletas amputados ou paraplégicos foi vítima de acidentes de trânsito, uma das principais causas de morte no país.

É o caso da remadora Cláudia Santos, campeã mundial de remo e está disputando sua segunda Paraolimpíada. E da tenista pernambucana Natália Mayara, de 18 anos, que perdeu as duas pernas ao ser atropelada, na calçada, por um ônibus, aos dois anos de idade. Tem como não se emocionar com exemplos assim?

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