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Mulheres bandeirinhas e árbitras no comando do futebol

As mulheres estão nos estádios, seja na torcida ou no campo – vestindo a camisa dos times ou apitando os jogos. O preconceito existe, mas, cada vez mais, firma seu lugar no passado. Hoje, no Brasil, mais de 70 árbitras atuam pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O difícil é separar o profissional do pessoal. Muitas delas ganharam status de celebridade, viraram musas e são muito requisitadas.

Entre as mulheres na profissão, algumas são “aspirantes FIFA”, ou seja, próximas de receber suas promoções a árbitras da FIFA. Esse cargo não é para qualquer uma! A árbitra Lilian Bruno, do Rio de Janeiro, é umas das concorrentes, ao lado de Nadine Scharam, de Santa Catarina, entre outras. Não basta conhecer bem as regras do jogo, o preparo físico é importantíssimo. Em uma partida, uma juíza corre entre 8 a 15 km, médias muito próximas dos próprios jogadores.

Além da preparação física, é preciso jogo de cintura! O desempenho dos árbitros são, frequentemente, alvos de polêmica – o que não exclui as mulheres. Quando lances duvidosos acontecem nos jogos, seja mulher ou homem com o apito em mãos, o erro é revelado (ainda mais com os tira teimas da televisão) e a torcida não hesita em cobrar. Definitivamente, não são apenas os jogadores que sofrem com as pressões dos torcedores.

Ana Paula de Oliveira é uma das bandeirinhas mais famosas por sua atuação em campo e por ter sido eleita musa diversas vezes. As mulheres assumem os cargos (majoritariamente masculino) sem deixar a sensualidade de lado. São xingadas, admiradas, questionadas, mas não abrem mão do toque feminino. A tendência é que a profissão cresça cada vez mais e se torne popular. Seja homem ou mulher, a paixão pelo futebol move os brasileiros!

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