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Casos de doping



Você sabia que na Grécia Antiga, berço das Olimpíadas, era permitido o uso substâncias para potencializar o desempenho dos atletas? Pois é, eles ingeriam plantas, cogumelos e até testículos de carneiro como estimulantes e anabolizantes. E durante muito tempo, em diferentes países, a dopagem foi liberada. Mas as regras mudaram e, em 1966, foi realizado o primeiro exame anti-doping pelo COI (Comitê Olímpico Internacional), que passou a realizar um controle mais rígido contra o uso dessas substâncias. Hoje, os atletas sofrem punições se forem detectados sinais de drogas até um ano depois de terem suspendido o seu consumo.

O último caso curioso aconteceu em junho deste ano, na Copa Ouro nos Estados Unidos, quando cinco atletas mexicanos foram banidos do campeonato. O goleiro Guillermo Ochoa, os zagueiros Francisco Javier Rodríguez e Edgar Dueñas, os meio-campistas Antonio Naelson ‘Sinha’ e Christian Bermúdez tiveram resultado positivo para a substância proibida clembuterol. Depois de uma investigação, descobriu-se que os jogadores foram contaminados através da ingestão de carne de vaca e foram absolvidos.

Em 2006, o ciclista americano Floyd Landi, depois de vencer a Volta da França com cinco minutos de vantagem sobre o segundo colocado, teve seu título retirado pela federação internacional. Ele foi o primeiro ciclista a perder um prêmio na Volta da França por uso de substâncias ilegais.

Richard Gasquet foi flagrado, em 2009, com cocaína em seu organismo e suspenso por 12 meses, mas a pena acabou sendo reduzida. O atleta alegou que ingeriu a substância ao beijar uma mulher em uma festa, durante o Torneio de Miami, quando a droga foi detectada.

O maior escândalo do atletismo aconteceu em 2009, quando cinco atletas da Rede Atletismo foram pegos em um exame surpresa. Bruno Lins Tenório de Barros, Jorge Célio da Rocha Sena, Josiane da Silva Tito, Luciana França e Lucimara Silvestre fizeram uso da substância proibida eritropoietina (EPO). Os técnicos Jayme Netto Júnior e Inaldo Sena admitiram culpa no caso e afirmaram ter concordado com o uso para acelerar o processo de recuperação.

Em 2003, a atleta brasileira Maurren Maggi foi suspensa do Pan de São Domingos, acusada de doping. Na época, ela disse não saber da existência da substância clostebol na composição de um creme cicatrizante, aplicado após uma sessão de depilação definitiva. A brasileira foi suspensa por dois anos.

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