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Filhos de ex-jogadores que seguem o caminho dos pais: caminho mais fácil ou pressão extra?


Seguir a mesma carreira profissional dos pais tem seus prós e contras. Na maioria das vezes, as primeiras portas são abertas com mais facilidade, mas na medida em que o tempo passa, a cobrança torna-se muito maior do que em casos que o filho toma rumos profissionais diferentes dos pais. Será que com o futebol é do mesmo jeito? Conheça alguns filhos de craques que planejam traçar o mesmo passos dos pais dentro das quatro linhas.

No mundo da bola, a cobrança costuma ser ainda maior. Além da família, existe também uma legião de fãs que espera ver os mesmos dribles, passes ou defesas de antigamente. Segundo Rodrigo Dinamite, a cobrança já começa cedo, ele tem 20 anos, treina no Vasco e ouve comentários desde criança, mas diz que nunca vai bater falta e jogar como o pai, pois ele afirma ser uma pessoa diferente. Rodrigo diz que até o grande Roberto tira brincadeiras com o filho, dizendo que se ele fizer a metade do número de gols do pai (754), já está de bom tamanho.

Os filhos de Mazinho cresceram longe do Brasil e por isto devem ter sentido menos pressão que Rodrigo Dinamite. Criados na Espanha, país pelo qual o pai defendeu cinco clubes, Thiago e Rafinha Alcântara escolheram a mesma profissão que o pai e tiveram a sorte de ter um treinador dentro de casa, sem as mesmas cobranças externas sofridas por filhos de ídolos do futebol nacional que cresceram no Brasil. Thiago Alcântara tem 22 anos é meia do Bayern de Munique, enquanto seu irmão tem 20 e joga no Celta de Vigo, emprestado pelo Barcelona.

Além dos 3 exemplos citados acima, existem muitos outros filhos de craques sonhando em brilhar nos gramados da mesma forma que os pais. Alguns exemplos são Lucas Surcin (filho de Marcelinho Carioca), Rivaldo Junior, Fábio Braga (Filho de Abel) e Mattheus (filho de Bebeto).

Apaixonado por futebol, queremos saber a sua opinião: se você fosse um jovem promissor nos gramados, escolheria não ter ninguém na família no esporte e fazer o seu próprio nome, com mais esforço, ou ser filho de um ex-jogador, ter algumas portas abertas, mas sempre conviver com a sombra profissional do pai?

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